Toda dor que não entendemos se repete — e só deixa de insistir quando encontra alguém disposto a escutá-la.
Para quem busca acolher, em si, aquilo que ainda não encontrou palavras.
Sobre o impasse
Talvez você perceba que algo não está bem, mas não consiga identificar o quê. Pode ser uma angústia difícil de explicar, uma sensação de vazio, um incômodo que insiste ou simplesmente a impressão de que alguma coisa não está no lugar.
Nem sempre é possível compreender imediatamente aquilo que se sente, mas não é preciso chegar a uma primeira sessão já sabendo explicar o que acontece.
A escuta analítica oferece um espaço para falar, inclusive sobre aquilo que ainda não sabemos dizer. Aos poucos, na construção de uma fala que é própria de cada pessoa, aquilo que parecia confuso pode começar a ganhar palavras, sentidos e novas possibilidades.
Encontrar novos sentidos
Iniciar uma análise não significa chegar com respostas, nem saber exatamente o que precisa mudar. Significa encontrar um espaço onde aquilo que hoje parece confuso, difícil de explicar ou até mesmo inevitável possa começar a ser escutado e possa ganhar outros sentidos e, com isso, abrir algum espaço para que você possa se posicionar diante do que vive de outra maneira.
A mudança não acontece porque alguém diz o que você deve fazer. Ela pode surgir quando aquilo que antes parecia sem saída começa a ser compreendido de outra maneira — e, a partir daí, novas possibilidades podem aparecer.
Sobre Renata Sartor

Sou psicóloga clínica desde 2018, com experiência de atendimento de adultos e adolescentes a partir da escuta psicanalítica. Meu primeiro contato com a psicanálise aconteceu ainda durante minha graduação como psicóloga e, desde então, venho me dedicando à sua prática e estudo, por meio da formação teórica, supervisão clínica e análise pessoal.
Em meu trabalho, busco acompanhar cada pessoa em seu processo de escuta de si. Acredito no potencial transformador de um tratamento psicanalítico e na possibilidade de, a partir da escuta, construir novos sentidos para aquilo que nos atravessa e se repete.
Antes do primeiro contato
Talvez você esteja pensando em procurar ajuda, mas não saiba exatamente o que dizer no primeiro contato. Talvez ainda não consiga explicar o que está acontecendo ou até se pergunte se aquilo que sente é motivo suficiente para procurar ajuda.
Você não precisa saber exatamente do que precisa ou encontrar as palavras certas para começar.
O primeiro contato pode ser justamente o começo dessa construção. A partir da escuta, aquilo que hoje parece confuso, difícil de nomear ou simplesmente sem palavras pode, aos poucos, encontrar um lugar para ser dito.
Como funciona
- 01
Primeiro encontro
Um encontro para conversar sobre o que motiva a busca por análise e avaliar, em conjunto, se este é o processo adequado agora.
- 02
Avaliação inicial
A partir das primeiras conversas é possível avaliar a frequência de sessões indicada para cada caso e se serão indicados outros tratamentos complementares.
- 03
Sessões
Em dia e horário fixos — presenciais ou por videochamada.
- 04
Duração
Não há prazo determinado. O tempo de uma análise é o tempo de cada processo.
Se algo até aqui fez sentido, vale conversar.
Você pode ligar ou enviar uma mensagem pelo WhatsApp.